quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Título para matéria

Rússia e Venezuela assinam tratado para energia nuclear

O título é afirmativo, possui sujeito e verbo, saiu do lead, passa idéia possitiva, não utiliza artigo, não tem separação no fim da linha e está no presente do indicativo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ORGANIZAÇÕES GLOBO DISPONIBILIZAM PRINCÍPIOS EDITORIAIS PARA QUEM INTERESSAR

A Rede Globo está divulgando em todos seus telejornais que esta disponibilizando em seu site um manual de Princípios Editoriais aplicados para seus jornalistas e parceiros.

Tiago Leifert, apresentador do Globo Repórter, indicou para os estudantes de comunicação, defendendo ser um manual primordial para o início de carreira.

Nele contém uma breve descrição sobre jornalismo, os atributos da informação de qualidade referente a isenção, correção e agilidade, como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas, e do veículo para o qual trabalha.

Acesse a integra disponível no link http://g1.globo.com/principios-editoriais-das-organizacoes-globo.html.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

BULLYING - será que o motivo é o descaso?

O massacre de Realengo escancarou o que atormenta milhões de estudantes, e as marcas do bullying podem marcar uma pessoa por toda vida.
Ele é praticado pelo grupo ao qual a criança deve pertencer, podendo ser evitado com mais atenção de diretores, professores e familiares.
Alguns motivos para as agressões são: gagueira, uso de óculos, obesidade ou magreza excessiva, novatos, traços físicos que fogem ao padrão e o próprio desempenho escolar que desperta inveja e vontade de vingança.
Segundo a ONG Plan, 1 em cada 3 brasileiros do ensino fundamental sofreu ou sofre com as agressões, 1 em cada 10 é caracterizado bullying, e um dos meios que mais propaga a covardia é a internet, o problema se agrava poids as vítimas tem medo e vergonha de se identificar.

Levantamento com estudantes do ensino fundamental:


  • 10% foram alvo do bullying no ano da pesquisa;

  • 17% foram perseguidos pela internet;

  • 20% presenciaram atos de violência;

  • 28% afirmam ter sofrido maus tratos na escola;

  • 58% das escolas não acionam os pais das vítimas;

  • 80% delas não punem os autores.
Sinais típicos:


  • resistência a ir à escola;

  • dor de cabeça, febre e taquicardia antes de sair de casa;

  • perda de apetite e insônia;

  • tendência de isolamento;

  • crises de choro na volta do colégio;

  • queda no desempenho escolar.
O que fazer?


  • estimular o assunto em casa;

  • comunicar o problema a escola;

  • não incentivar a criança a revidar;

  • orienta-la a procurar um adulto na escola no ato da agressão;

  • nos casos mais graves recomenda o amparo psicológico.

Alguns bons e isolados exemplos surgem no Brasil. "Quebramos o silêncio ao trazer os pais à escola para falar sobre o assunto e reunir os agressores, as vítimas e os alunos que testemunham a violência para produzir, juntos, uma cartilha anti-bullying", conta Tânia Masseli, coordenadora de uma escola municipal, referência na área. Acredita-se que o combate vem da mudança de cultura e punição dos agressores.