O massacre de Realengo escancarou o que atormenta milhões de estudantes, e as marcas do bullying podem marcar uma pessoa por toda vida.
Ele é praticado pelo grupo ao qual a criança deve pertencer, podendo ser evitado com mais atenção de diretores, professores e familiares.
Alguns motivos para as agressões são: gagueira, uso de óculos, obesidade ou magreza excessiva, novatos, traços físicos que fogem ao padrão e o próprio desempenho escolar que desperta inveja e vontade de vingança.
Segundo a ONG Plan, 1 em cada 3 brasileiros do ensino fundamental sofreu ou sofre com as agressões, 1 em cada 10 é caracterizado bullying, e um dos meios que mais propaga a covardia é a internet, o problema se agrava poids as vítimas tem medo e vergonha de se identificar.
Ele é praticado pelo grupo ao qual a criança deve pertencer, podendo ser evitado com mais atenção de diretores, professores e familiares.
Alguns motivos para as agressões são: gagueira, uso de óculos, obesidade ou magreza excessiva, novatos, traços físicos que fogem ao padrão e o próprio desempenho escolar que desperta inveja e vontade de vingança.
Segundo a ONG Plan, 1 em cada 3 brasileiros do ensino fundamental sofreu ou sofre com as agressões, 1 em cada 10 é caracterizado bullying, e um dos meios que mais propaga a covardia é a internet, o problema se agrava poids as vítimas tem medo e vergonha de se identificar.
Levantamento com estudantes do ensino fundamental:
- 10% foram alvo do bullying no ano da pesquisa;
- 17% foram perseguidos pela internet;
- 20% presenciaram atos de violência;
- 28% afirmam ter sofrido maus tratos na escola;
- 58% das escolas não acionam os pais das vítimas;
- 80% delas não punem os autores.
- resistência a ir à escola;
- dor de cabeça, febre e taquicardia antes de sair de casa;
- perda de apetite e insônia;
- tendência de isolamento;
- crises de choro na volta do colégio;
- queda no desempenho escolar.
- estimular o assunto em casa;
- comunicar o problema a escola;
- não incentivar a criança a revidar;
- orienta-la a procurar um adulto na escola no ato da agressão;
- nos casos mais graves recomenda o amparo psicológico.
Alguns bons e isolados exemplos surgem no Brasil. "Quebramos o silêncio ao trazer os pais à escola para falar sobre o assunto e reunir os agressores, as vítimas e os alunos que testemunham a violência para produzir, juntos, uma cartilha anti-bullying", conta Tânia Masseli, coordenadora de uma escola municipal, referência na área. Acredita-se que o combate vem da mudança de cultura e punição dos agressores.
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